O SEGREDO DOS LEITORES CAMPEÕES

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Procura por ensino à distância cresce mais que busca por curso presencial



Aumento do número de alunos EaD foi de 10,9%, contra 6,45% presenciais.
Cursos livres gratuitos são alternativa para quem busca qualificação.

Isabela LeiteDo G1 Campinas e Região
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Aluno de curso de ensino à distância (Foto: Reprodução TV Centro América)Aluno de curso de ensino à distância
(Foto: Reprodução TV Centro América)
Os cursos livres gratuitos oferecidos à distância por instituições tornaram-se uma alternativa para as pessoas que buscam qualificação, não podem ou não querem gastar e se locomover até o centro de capacitação. De acordo com o Censo do Ensino Superior 2010 do Ministério da Educação (MEC), divulgado em outubro de 2011, e do Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância (Abraed), aumento pela procura de cursos de graduação na modalidade EaD foi maior em relação aos presenciais no Brasil.
Entre 2009 e 2010, por exemplo, o crescimento de alunos à distância foi de 10,9%, sendo que das aulas presenciais foi de 6,45% no mesmo período, de acordo com o MEC. Ao todo, 2,5 milhões de alunos procuraram os cursos livres à distância em busca de qualificação profissional, idiomas e preparação. Para graduação, foram 930,2 mil pessoas e para pós-graduação cerca de 150 mil alunos.
Segundo a Associação Nacional de Tutores da Educação à Distância (Anated), os cinco cursos EaD com maior número de alunos em 2010 foram pedagogia (273,3 mil matrículas), administração (128,2 mil matrículas), serviço social (74,5 mil matrículas), competências gerenciais (45,9 mil matrículas) e ciências contábeis (40,1 mil matrículas). Já em relação aos cursos presenciais, administração foi o com maior procura, seguudi de direito, engenharias, pedagogia e enfermagem(assista ao bloco do programa EPTV Comunidade sobre a procura por cursos à distância).
Perfil do aluno
A média de idade do aluno EaD é 7 anos maior em relação ao estudante de cursos presenciais. Enquanto o primeiro representa média de 33 anos, o segundo representa média de faixa etária de 26 anos, de acordo com o Censo do Ensino Superior do MEC.
Presidente da Associação Nacional de Tutores da Educação à Distância (Anated), Luis Gomes (Foto: Reprodução EPTV)Presidente da Anated, Luis Gomes, fala sobre o
perfil do aluno de EaD(Foto: Reprodução EPTV)
O presidente da Anated, Luis Gomes, explica que isso ocorre por causa de um período cíclico da carreira. "Normalmente, quem não consegue pagar uma faculdade termina o ensino médio e começa a trabalhar na faixa dos 20 anos. Constitui família e só depois dos 30 anos consegue estabilizar e decide investir na capacitação, que precisa ser na modalidade de EaD por conta da flexibilidade de horário e custo", completa.
Em relação às modalidades dos cursos, a opção pelo bacharelado lidera, com 72,6% dos alunos presenciais, seguida por licenciatura (17%) e tecnólogos (10%). Já no ensino à distância, a licenciatura está em primeiro lugar, com 45,8%, seguida de bacharelado (28,8%), tecnólogos (25,3%) e licenciatura e bach (1%)
Graduação, pós-graduação e tecnológicos
Os cursos à distância de graduação e pós-graduação credenciados pelo MEC podem ser consultados no E-MEC, página do ministério que reúne a lista de todas as instuituições que podem oferecer as aulas.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Governo investe US$ 300 milhões na educação pública do Estado até 2014


Governo investe US$ 300 milhões na educação pública do Estado até 2014

O governador Simão Jatene recebeu, na manhã desta segunda-feira (30), o consultor em educação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Marcelo Pérez Alfaro, para discutir mais uma etapa do Programa de Melhoria da Qualidade e Expansão da Cobertura de Educação Básica no Pará. Um investimento no valor de US$ 300 milhões será destinado à execução do programa, que prevê até 2014 a construção de 30 e a reforma e ampliação de 350 novas escolas de ensino fundamental e médio.
O recurso também será usado na construção de sete escolas de ensino profissionalizante e de oito polos do programa Pro Paz, além de outras ações de melhoria da qualidade da educação básica. A carta consulta do projeto já foi aprovada pelo governo brasileiro, por meio da Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex). O governo do Estado pleiteia junto ao BID um empréstimo no valor de US$ 200 milhões para que o programa seja executado.
“Viemos para tratar sobre alguns pontos do projeto que passaram por um avanço. Cada passo que damos é apresentado ao governador. O projeto foi elaborado ano passado, foi aprovado pelo governo brasileiro e agora está a ponto de ser aprovado pelo BID. O valor total é de US$ 300 milhões. O BID entraria com o financiamento de US$ 200 milhões e o Governo do Pará, com a contrapartida de US$ 100 milhões”, informou o secretário especial de Promoção Social, Nilson Pinto.
Durante o encontro, o representante do BID deixou claro que a intenção do banco é ser parceiro do governo e concretizar a assinatura do empréstimo, fato que deve ocorrer até o fim do ano. “Há 15 anos o BID não investe em projetos destinados exclusivamente para a área de educação, por isso estamos estudando o programa e podemos garantir que a nossa previsão é assinar o empréstimo antes do fim do ano”, asseverou Marcelo Pérez.
Qualidade – O secretário de Estado de Educação, Cláudio Ribeiro, que também esteve na reunião, explicou que o programa, elaborado pela Secretaria de Estação de Educação (Seduc), leva em consideração a melhoria da infraestrutura e da gestão e a implantação do sistema de monitoramento e avaliação da educação básica.
Além de investimentos na infraestrutura, o plano prevê também ações de melhoria da qualidade da educação básica, com cursos de especialização e atualização para 20 mil professores, atendimento de 120 mil alunos em programas de correção de déficit de aprendizagem e implantação de um mecanismo regular de assistência e supervisão técnica de gestores e professores.
Para fortalecer a capacidade gerencial das escolas, serão implantados programas de qualificação para 3,5 mil gestores da rede e das escolas, além de da implantação de um sistema de estadual de monitoramento e avaliação do desempenho escolar.
As 30 escolas a serem construídas com recursos do projeto representam a criação de 45 mil vagas no ensino fundamental e médio na rede estadual de ensino. As sete escolas de ensino profissionalizante também aumentarão o número de vagas disponíveis nessa modalidade, importante para aproveitar o crescimento econômico do Estado e do país.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Se quiser que algo melhore, concentre o foco!

Um estudante de artes marciais aproximou-se de seu mestre e disse:

- Eu gostaria muito de ser um grande lutador de Karatê, mas penso que também deveria me dedicar ao judô, de modo a conhecer muitos estilos de luta.  Assim poderei ser o melhor entre todos os atletas.

E o mestre respondeu:

- Se um homem vai para o campo e começa a correr atrás de duas raposas ao mesmo tempo, vai chegar um momento em que cada uma correrá para um lado e ele ficará indeciso sobre qual deve continuar perseguindo. Enquanto decide, ambas já estarão longe e ele terá perdido seu tempo e sua energia.

Certos gerentes sentem uma dificuldade enorme quando têm que priorizar os projetos a serem trabalhados. Lembro-me de um caso em que a diretoria da empresa terminou com uma lista de dezessete itens a serem melhorados. Para mim não foi surpresa constatar, um mês depois, que nenhum dos itens listados havia sido objeto de qualquer ação especifica por parte da própria diretoria. Durante meses, os problemas só se acumularam até que se resolveu tratar apenas um assunto de cada vez. Aí os resultados aparecem.

Quando a nossa atenção fica muito dividida, não nos concentramos no que é realmente importante e terminamos gastando tempo e energia de forma ineficiente. Se quisermos que algo melhore, devemos concentrar o nosso foco em poucas coisas - duas ou três mais importantes - até conseguir o resultado desejado.

PR-Aguinaldo IURD SEDE SANTANA (Reunião de Empresários)


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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

EVOLUÇÃOX CURSOS ONLINE PROFISSIONALIZANTES

                                    
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domingo, 13 de janeiro de 2013

2013, o ano dos concursos públicos Devem entrar em disputa 120.000 vagas nas esferas federal, estadual e municipal. Candidatos devem se preparar: a concorrência é grande


Carreiras

2013, o ano dos concursos públicos

Devem entrar em disputa 120.000 vagas nas esferas federal, estadual e municipal. Candidatos devem se preparar: a concorrência é grande

Nathalia Goulart
Para os 'concurseiros', 2013 promete ser cheio de oportunidades
Para os 'concurseiros', 2013 promete ser cheio de oportunidades (Renato Araújo/ABr )
Estima-se que existam atualmente cerca de 12 milhões de brasileiros interessados em ingressar em carreiras públicas. O número recorde é o dobro do registrado há cinco anos, segundo estudo da Agência Nacional de Proteção e Apoio ao Concurso Público (Anpac). Para quem sonha com um colocação no setor, 2013 se apresenta como um ano pródigo em oportunidades. Mais de 120.000 vagas devem ser preenchidas neste ano nas esferas federal, estadual e municipal em todo o Brasil. Somente no Executivo federal, a expectativa é de 37.000 vagas, um incremento de 115% em relação a 2012, segundo dados do Ministério do Planejamento. Somem-se a isso postos no Legislativo e Judiciário e mais outros em estados e municípios e constrói-se a perspectiva de um ano de oportunidades de trabalho. Mas é preciso estar preparado, pois a concorrência é grande.
"Em 2010 e 2011, houve uma diminuição no ritmo de contratações, como fica claro no caso da União. Em 2012, houve a retomada dos grandes concursos, que oferecem milhares de vagas, e a expectativa para 2013 é a melhor possível", diz Ricardo Ferreira, especialista na área de concursos e autor de vários livros sobre o assunto. Outra boa notícia é a percepção dos especialistas de que o bom momento para os "concurseiros" não para por aqui. Os próximos anos também devem oferecer muitas oportunidades. As projeções apontam que há 2 milhões de vagas a serem preenchidas. "É uma demanda que não será atendida em apenas um ano. O que significa que este ano deve ser o primeiro de uma série cheia de processos seletivos", afirma Ernani Pimentel, especialista que se dedica há cinco décadas a concursos e ex-presidente da Anpac.
Comparação da média salarial
Esse cenário favorável é explicado em parte pelo fluxo de aposentadorias na área pública, que se intensificou nos últimos anos. Na esfera federal, por exemplo, mais de 10.000 servidores se aposentaram em 2010, o dobro do registrado cinco anos antes, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Há também indicadores do envelhecimento do pessoal. Entre 2000 e 2012, a parcela de funcionários com idade entre 51 e 60 anos cresceu 75%, ao mesmo tempo em que a taxa daqueles com mais de 60 anos aumentou 157%. Hoje, quatro em cada dez servidores tem mais de 50 anos. "Isso faz com que concursos que não eram realizados há muitos anos sejam retomados", diz Alexandre Gialluca, coordenador do curso preparatório LFG. Exemplo disso é o processo seletivo para o cargo de delegado da Polícia Federal, que não é realizado há oito anos e que deve ocorrer no primeiro semestre de 2013.
A análise da pirâmide etária dos servidores revela outro dado importante. Os novos servidores estão mais jovens. Ainda na esfera federal, o número de funcionários com menos de 30 anos de idade acresceu 113% nos últimos 12 anos. "Existe uma percepção muito clara de que os jovens estão mais interessados em trabalhar em algum posto  governamental", diz Bruna Tokunaga, gerente de orientação de carreira da Cia. de Talentos, consultoria especializada em recrutamento. "No último ano, segundo nossas pesquisas, o porcentual de interessados em concursos públicos dobrou entre os profissionais em início de carreira."
Valorização pública
Pesa a favor da carreira pública, sem dúvida, o salário. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o setor paga, em média, 93% mais do que a iniciativa privada. Em cargos que exigem nível superior, o salário inicial de um jovem recém-formado pode superar os 10.000 reais. "Nenhuma empresa paga tanto a uma pessoa com pouca ou nenhuma experiência profissional", diz Ricardo Ferreira. Mas não é só o contracheque que leva essa turma a empenhar meses ou até anos de estudos em preparação para as provas de concursos públicos em busca da tão sonhada vaga. "Existe nessa geração a redescoberta do bem público. Até alguns anos atrás, trabalhar para o governo era quase nocivo, coisa para burocratas sem aspirações profissionais. Foi preciso subverter essa lógica para atrair a mão de obra qualificada", diz Marco Antônio Carvalho Teixeira, vice-coordenador do curso de administração pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV). 
De fato, até meados da década de 1990, era quase impossível para um servidor progredir na carreira, e os salários eram em média 30% menores do que os pagos pela iniciativa privada. Isso começou a mudar na administração Fernando Henrique Cardoso, que deu início a uma reforma na administração do estado – com ganhos para o próprio estado e para o cidadão. O primeiro passo foi a valorização salarial. Hoje, um delegado da Polícia Federal em início de carreira ganha 76% mais que há 12 anos. Já o incremento no rendimento de um técnico do Banco Central foi de nada menos do que 317%.
Concursos mais cobiçados em 2013
Concursos mais cobiçados em 2013
Para Teixeira, da FGV, trata-se de uma quadro bastante animador. "Tudo passa pelo bom funcionamento do estado. Quanto mais profissionais de alto quilate zelando pelo bem comum tivermos, mais eficiente será o nosso estado." As reformas impostas até agora no setor público não eliminaram, é claro, desperdícios e mau uso da máquina. Mas é inegável que, nas funções em que o estado é indispensável, é vital que haja um servidor competente de plantão.O segundo passo, não menos importante, foi no sentido de estruturar as carreiras. Extinguiram-se as gratificações por tempo de serviço e instituíram-se aumentos salariais de acordo com o desempenho individual em mais de quarenta carreiras. Para atrair gente qualificada, incrementos salariais robustos se tornaram acessíveis a profissionais com mestrado e doutorado. A paulista Vanessa Vieira, 29 anos, retrata os novos tempos do funcionalismo público. Formada pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), uma das mais conceituadas do país, ela foi aprovada pela primeira vez em concurso público durante a graduação. Há três anos, atua como defensora pública do estado de São Paulo, carreira com rendimento mensal bruto superior a 20.000 reais. Mas ela não se acomoda e já se prepara para uma pós-graduação.
Quem quiser conquistar as joias da coroa, as melhores posições da administração pública, precisa estar muito bem preparado. Em média, os candidatos dedicam um ano inteiro aos estudos antes das provas de seleção. Em alguns casos, é preciso mais. Formado geógrafo pela Universidade Federal Fluminense, Leonardo Carlos Barreto, de 24 anos, entra em seu terceiro ano de preparação para o Instituto Rio Branco, onde busca uma vaga de diplomata. "Passei dois anos estudando até 12 horas por dia, mas ainda não consegui meu objetivo", conta. No ano passado, o Instituto realizou seleção de 30 diplomatas. Inscreveram-se 6.423 interessados, uma concorrência de 214 candidatos por vaga. Também em 2012, a Petrobras anunciou o preenchimento de 1.521 postos de trabalho, para os quais se inscreveram 330.568 pessoas. São 217 candidatos para cada posto. "Não existe aprovação sem perseverança quando se trata de concurso público", resume o especialista Ernani Pimentel. "A prova é o funil do qual o governo dispõe para selecionar apenas os melhores para seus quadros." Melhor assim. 

O que dizem os aprovados


Vanessa Vieira

"Eu me formei em direito, na USP, e atuar na Defensoria sempre foi meu sonho. Estudei por três anos para só passar no concurso. Durante a preparação, cheguei a ficar sem computador e TV para me concentrar melhor. Era difícil até namorar. Agora, na Defensoria, vejo muitas possibilidades de crescimento profissional – o que inclui aumento de salário."

Vanessa Vieira, 29 anos, defensora pública do estado de São Paulo



"Deixei a iniciativa privada devido à instabilidade. Quando comecei a estudar para concursos, passava dez horas debruçada sobre apostilas. Passei em quatro: Caixa, BB, INSS e IFSP. Quando assumi o cargo, descobri os incentivos do plano de carreira. Tirei licença para fazer mestrado e, no retorno, recebi aumento de 52%. Se fizer doutorado, o bônus é de 75%."

Cristine Vecchi, de 30 anos, jornalista do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP)

O que dizem os 'concurseiros'



"Quando escolhi a graduação em geografia na Universidade Federal Fluminense (UFF), já pensava no futuro como diplomata. O salário alto e a oportunidade de conhecer outras culturas sempre me interessaram. Passei dois anos estudando até 12 horas por dia, mas ainda não consegui meu objetivo. Muita gente desiste diante de tamanha concorrência. Eu não."

Leonardo Carlos Barreto, 24 anos, geógrafo candidato a diplomata



"Decidi que queria trabalhar para o governo em 2009. O que mais me atrai no setor público é a estabilidade. Desde então, fui aprovada em um concurso da Prefeitura de São Vicente (SP), mas meu objetivo mesmo é ingressar na Receita Federal. Não poupo esforços para alcançar esse sonho. No Réveillon, enquanto meus amigos se divertiam, eu estudava em casa."

Marisa Levy Marques, 27 anos, engenheira candidata a fiscal da Receita

* Com reportagem de Lecticia Maggi e Renata Honorato

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

O AVANÇO DO EAD NO BRASIL


O Avanço do EAD no Brasil – Ensino a Distância


Os Cursos a Distância estão se desenvolvendo, e alavancando junto o setor da Educação no Brasil. A evolução dos meios de comunicação e tecnologias da informação facilitaram o acesso à internet para qualquer pessoa, sem discriminação. A flexibilidade de horários e o conforto de se estudar em casa, é um grande atrativo para chamar pessoas que queiram se graduar, se formar, mas não tem essa chance. Praticidade e qualidade juntos, proporcionando desenvolvimento pessoal, profissional e novas oportunidades a pessoas que antes jamais pensariam ter uma chance dessas.


A rápida evolução das Tecnologias de Informação nos trouxe muitas facilidades para a obtenção

de informações e de conhecimento, e isso acarretou em um enorme Avanço no Ensino a Distância.

O EAD vem conquistando seu espaço, oferecendo cursos de vários tipos: tecnológicos, técnicos e de graduação. Oferece também uma flexibilidade de horário de estudos: por não ser um curso presencial, o aluno define seu horário de estudo, e isso pode facilitar a vida de alguém que, por exemplo, quer estudar, se graduar, mas trabalha o dia inteiro, ou em diferentes partes do dia, e não consegue encaixar seus horários com um curso presencial que requer maior disponibilidade. Tudo isso sem falar do benefício de estudar no conforto do próprio lar.
A evasão desses cursos infelizmente ainda é grande, sendo maior no setor público, no qual o crescimento é a metade que a do setor privado. A maior causa disso não chega nem a ser por questões financeiras, mas sim por falta de tempo, que apesar de ter flexibilidade nos horários, ainda requer muita disciplina e organização para conseguir levar os estudos de maneira eficiente.
Em um país tão vasto e com tanta diferença de cultura e valores de uma região para outra, esse avanço no setor educacional acaba promovendo uma política de combate à desigualdade social, discriminação e preconceito.
As aulas dos cursos EAD, apesar de possuírem a mesma qualidade que as de cursos presenciais normais, sofrem por não possuírem aquele cara a cara com o professor na hora de tirar dúvidas, e dependendo da velocidade de conexão da internet, o aluno pode sair prejudicado na hora de alguma conferência online. Mas por outro lado, se o aluno souber se expressar bem, fazer o professor entender o que ele está querendo saber, e a conexão com a internet for estável, não há nenhum quesito em que um aluno de um curso a distância vai estar perdendo para um aluno de curso presencial, eles estarão no mesmo nível.
Os números que mostram o Avanço da EAD são extremamente altos. Segundo o Censo da ABED (Associassão Brasileira de Educação a Distância), em 2009 o Ministério da Educação (MEC) divulgou uma estimativa de crescimento do número de alunos em cursos EAD  com base no ano de 2008: haviam 760.599 alunos em 145 instituições de ensino superior fazendo cursos a distância. O MEC estimou um crescimento de 90% a 100% no ano. Isso nos mostra o grande potencial que o Brasil tem para alavancar no setor da Educação, trazendo acessibilidade a um curso superior para qualquer brasileiro ter chance de estudar, se desenvolver e crescer.
O último Censo da ABED, divulgado em 2011, revelou que o número de matrículas em cursos EAD aumentou 58% entre os anos de 2010 e 2011. Essa porcentagem refere-se à, aproximadamente, três milhões e quinhentos mil matrículas.
Enfim, o importante mesmo não é comparar determinados tipos de aprendizado, o que devemos ter em mente é o quanto os cursos EAD vieram para facilitar a nossa vida e abrir novas janelas cheias de oportunidades. Com o Ensino a Distância sendo aplicado de maneira eficaz, o pensamento conservador (que descriminaliza este tipo de aprendizado) de alguns perderá espaço, e todos começarão a ver o desenvolvimento que o Brasil pode ter investindo nesta área.
Fonte:www.ead.com.br

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sábado, 1 de dezembro de 2012

EVOLUÇÃOX EUROPA


INICIAMOS HOJE NOSSAS ATIVIDADES EM PORTUGAL.

AGRADEÇO A "DEUS" POR MAIS ESTA OPORTUNIDADE!

UM GRANDE DESAFIO PARA TODA NOSSA EQUIPE

E UM MARAVILHOSO ORGULHO POR ACREDITAR NESTE PROJETO!

QUE ESPANHA., ANGOLA E PERU NOS AGUARDE...

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 — em Portugal.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O SUCESSO É CONSTRUÍDO À NOITE


O SUCESSO É CONSTRUÍDO À NOITE

Header - Coluna do Shinyashiki (Foto: Época NEGÓCIOS)
Roberto Shinyashiki (Foto: Marcos Camargo)
Você quer ter sucesso? Então tem de pagar o preço. É assim que funciona.
Não conheço ninguém que tenha conseguido realizar seu sonho sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.
Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso: superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.
Se quiser um casamento gratificante, terá de investir tempo, energia e sentimentos. Do contrário, acabará perdendo seu grande amor.


O sucesso, em qualquer área da sua vida, é construído à noite.
Não quer dizer que você vá trocar o dia pela noite. Longe disso. Você vai é adicionar horas de trabalho e estudo à noite – naquelas horas em que todos já pararam de investir em si mesmos e nos seus objetivos!
Durante o dia, todo o mundo se dedica mais ou menos da mesma forma. Mas o sucesso, por definição, é destacar-se. E, para se destacar, você tem de batalhar mais. Se fizer igual a todo o mundo, obterá resultados iguais aos de todo o mundo.
Não se compare à maioria, pois infelizmente ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.
Terá de planejar, enquanto os outros permanecem na frente da televisão.
Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende de dedicação.
Muita gente espera que o sonho se realize por mágica. Mas mágica é ilusão.
E ilusão não tira ninguém de onde está. Ilusão é combustível de perdedores.
Sonhar com o sucesso, à noite, pode ser mais prazeroso. Mas trabalhar por ele é mais eficiente.
* Roberto Shinyashiki é autor dos best-sellers Sem Medo de Vencer; A Revolução dos Campeões; O Sucesso É Ser Feliz; Os Donos do Futuro; Você, a Alma do Negócio; O Poder da Solução; Heróis de Verdade; Tudo ou Nada e Os Segredos dos Campeões
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domingo, 4 de novembro de 2012


Três características essenciais dos empreendedores extraordinários


Que tal sentar para conversar por algumas horas com empreendedores como Steve Jobs, Richard Branson e Bill Gates? Para qualquer ser humano comum, essa parece uma tarefa difícil de executar. O jornalista John A. Byrne, que durante sua carreira assumiu cargos de editor-executivo da revista BusinessWeek e foi editor-chefe da Fast Company, chegou perto disso.
Em seu livro “Empreendedores Extraordinários”* (Editora Campus/Elsevier, 2012, 264 páginas), Byrne reúne o resultado da conversa com 25 homens e mulheres que conseguiram escrever uma história de sucesso com seus negócios. No prefácio do livro, o autor conta que duas conversas com pouco mais de uma hora com Howard Schultz, da Starbucks, e Reed Hastings, da Netflix, em 2009, o deixaram tão entusiasmado que ele decidiu fundar a própria empresa. A obra também tem o perfil do brasileiro Eike Batista – apresentado como o homem mais rico do país e que pretende se tornar o número 1 do mundo.
“Quero que esse livro seja ao mesmo tempo uma reflexão sobre empreendedorismo e uma inspiração para os leitores que aspiraram criar algo especial e de valor”, escreve Byrne. Eu sua pesquisa, ele conseguiu identificar três atributos essenciais que levaram todos esses homens e mulheres a terem sucesso. Veja abaixo:
1. Mentalidade oportunista: “Onde os outros veem ruptura e caos, os empreendedores enxergam oportunidades. Muitos grandes negócios foram criados por pessoas capazes de identificar claramente uma oportunidade no caos de um mercado saturado. Foram as incríveis taxas de crescimento da internet que levaram Jeff Bezos a largar seu emprego em Nova York, mudar-se para Seattle, do outro lado do país, e abrir a Amazon.com em sua garagem. Ele agarrou imediatamente à oportunidade de usar a tecnologia da internet para oferecer aos clientes uma ampla seleção de produtos aos preços mais baixos disponíveis.”
2. Aceitação do risco e do fracasso potencial: “Os empreendedores estão dispostos a correr um risco muito maior que a maioria dos caras corporativos, mas isso não quer dizer que sejam imprudentes ou ingênuos no que se refere à possibilidade do fracasso”, diz. O que os empreendedores podem fazer, afirma Byrne, é assumir riscos calculados. “Eles são extremamente cautelosos e se asseguram de avaliar meticulosamente as oportunidades e os riscos que o empreendimento deverá enfrentar.”
3. Independência e controle: “Quase todo mundo quer ter o senso de independência e controle sobre a própria vida. Mas, no caso dos empreendedores, ter independência e controle é tanto uma necessidade quanto um desejo. Manfred Kets de Vries, professor de empreendedorismo do INSEAD, afirma que as pessoas com um foco externo de controle normalmente acreditam que os eventos ocorrem em consequência de circunstâncias que estão fora de controle. Por outro lado, as pessoas que possuem o que ele chama de “locus de controle” interno acreditam que os eventos de sua vida resultam diretamente das próprias ações e comportamento. Os empreendedores, segundo Vries, costumam ter um sólido locus de controle interno.”

* Na edição de dezembro de Pequenas Empresas & Grandes Negócios para o iPad, leia o trecho do livro que fala sobre a história John Mackey, fundador da Whole Foods Market.
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Por que muitas pessoas não iniciam uma jornada rumo ao sucesso?



Por que muitas pessoas não iniciam uma jornada rumo ao sucesso?

Estou no Rio Xingu, Amazônia, motivo pelo qual estou um pouco ausente do blog esse mês. Essa é uma região muito bela, e ao contrário do que eu esperava, não está tão desmatada, como é muito noticiado. Estou em Altamira (PA), cidade onde frequentemente nociticiada nos telejornais. Vim dar aulas de voo do BRIO Flying Boat (barco voador) para um amigo que mora aqui, Israel. Sua saga me inspirou para escrever hoje sobre o tema sucesso. Recomendo a vocês que leiam essa história de determinação e retirem dela um exemplo para suas vidas.

Israel viu uma matéria minha na TV há 10 anos. Ele decidiu que iria comprar um barco voador para ele, só não sabia como. Disse aos amigos o que tinha visto na TV. Viveu seu dia a dia, prosperou nos seus negócios e não desistiu do seu sonho - uma distante realidade. Há um ano, ele julgou que o momento havia chegado e pesquisou sobre o bizarro ultraleve que sonhava. Eu parei a fabricação dos flying boats em 2004, ou seja, há 5 anos. Consequentemente, tirei o site do ar o que dificultou ao Israel encontrar o equipamento do qual nem o nome ele sabia. Mas ele não desistiu do seu sonho e encontrou um anúncio de um flying boat que eu fabriquei com pouquíssimas horas de uso, praticamente zero. Israel viajou para o Rio, comprou o seu sonhado barquinho voador e iniciamos o processo de treinamento em Paraty. Em três ocasiões diferentes, entenda-se três viagens, conseguimos fazer um voo de uma hora apenas, pois o tempo estava chuvoso, frustrando nossas expectativas. Numa manhã ideal para o voo, equipameto montado, prontos para embarcar, o bote inflável descolou numa emenda, frustrando de forma profunda nosso, agora amigo, sonhador e a mim. Israel levou o bote para SP onde foi reformado pela fábrica. Duas outras tentativas se seguiram para o treinamento, mas também frustradas pelas condições climáticas.

Cada tentativa implicava numa ida e regresso ao Rio de Janeiro, lembrando que Israel mora no Pará. Concluímos, após 9 meses da compra, que o mais sensato seria enviar o BRIO Flying Boat para Altamira. Assim é que vim parar aqui, devido ao perseverante amigo com seu desejo ardente de se tornar piloto dessa incrível aeronave nessa terra maravilhosa.

Israel tem os braços um pouco curtos e sofreu muito ao aprender a pilotar no banco do passageiro, pois a asa delta requer um certo esforço, mas devido ao seu posicionamento na aernonave, isso lhe causou dores musculares fortes. Ele me pedia encarecidamente para passar logo para o banco da frente. Eu disse que permitiria isso se ele me provasse que era capaz de manter o controle do barco através dos comandos do pedal de leme. Ele se empenhou para aprender, sem a asa, a dominar o barquinho. O resultado foi um ótimo controle do barco, quando comparado com outros alunos com o mesmo tempo de instrução, o que fez por merecer a minha confiança em posicioná-lo no banco do piloto.

Quando fizemos o primeiro voo com Israel no banco do piloto, uma alegria tomou conta do ar. Ele se encheu de satisfação por ter perseverado tanto e poder comandar seu sonhado barco voador sobre o céu de sua cidade, deixando atônitos os incrédulos que olhavam e apontavam para essa estranha aeronave sobre suas cabeças. Os incontáveis flashes de máquinas fotográficas, celulares com câmeras fotográficas apontados para o céu consagravam um vencedor na linha de chegada de uma longa maratona.

O treinamento continua e ele a cada dia supera a si próprio, como uma criança determinada a aprender a andar de bicicleta.

Estive refletindo sobre o que faz com que pessoas não aproveitem as oportunidades que surgem diante delas.

O primeiro motivo é a conformidade. Aceitar passivamente a condição atual, sem aspirar uma mudança é uma delas. "O homem não foi feito para voar. Ele voa porque é teimoso", é o que meu pai (engenheiro aeronáutico) diz. Essa teimosia em não aceitar o que nos é imposto é uma centelha que dispara um processo de desejar novos ares. Tenha um forte desejo de mudança e você encontrará o combustível para essa jornada. Sonhe alto!

O segundo motivo é a descrença. Não acreditar que seja possível vai mantê-lo na sua situação atual. Se você tiver uma fé inabalável, você terá a chama que vai iluminar o seu caminho para o sucesso.

O terceiro motivo é o medo do erro, medo do fracasso. O medo é natural, pois age como um instinto de preservar nossa segurança, mas se mal compreendido, esse medo será o mesmo que paralizará nossas iniciativas. Errar é algo natural e faz parte do processo de aprendizado. Entenda isso e lide bem com isso. Aprenda a errar e aprenda como tirar proveito do erro para evitá-lo novamente. O maior fracasso é não tentar. Você não pode ser um vencedor tendo medo de errar.

O quarto motivo é a falta de compromisso. Assumir compromissos e perseverar no cumprimento deles é fundamental para a obtenção do sucesso. Muitas pessoas falham aqui, pelo simples fato de acreditar que as dificuldades são maiores do que elas próprias. Tenha uma visão de sua própria grandiosidade e os obstáculos parecerão bem menores do que seriam se você se achar incapaz de superá-los.

O quinto motivo é a impaciência. Não saber esperar a chegada faz com que brote um sentimento de frustração e essa frustração abala a crença e o compromisso. Tudo leva um tempo para se materializar. Olhe para seu objetivo e olhe para o progresso alcançado. Certifique-se que esteja ocorrendo progresso e o resto será uma questão de tempo apenas.

O sexto motivo é o despreparo. A sorte só favorece aos mais preparados. Ayrton Senna dizia: "Eu tenho muita sorte. Toda vez que eu treino mais, vencer a corrida fica mais fácil".

Escolha ser um vencedor, ainda que a jornada seja difícil, pois isso é muito melhor a sujeitar-se a uma vida medíocre. O saboroso prazer da vitória é reservado para quem compreende esses ensinamentos.

Viver é realizar nossos sonhos, ou do contrário seria sobreviver.

Assinado: Ricardo Guimarães - Um realizador de sonhos.

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