O SEGREDO DOS LEITORES CAMPEÕES

terça-feira, 10 de março de 2015

Porque é que os clientes têm uma impressão tão negativa dos vendedores?

Porque é que os clientes têm uma impressão tão negativa dos vendedores?
É vendedor? Se sim, está na altura de mudar esta realidade!
10 Mandamentos a seguir:
1º – “O silêncio é de Ouro” - Não fale, escute. Isto é fundamental no início de qualquer interação de vendas. Não “despeje” um discurso pré-feito sobre si e os seus produtos/serviços.
2º – Pergunte. Saiba vender com perguntas. Perceba como o cliente vai precisar do seuserviço/produto. Dedique-se ao cliente, faça-lhe perguntas…
3º – Interesse-se. Mostre curiosidade pelo cliente. Pergunte sobre os produtos/serviços que o cliente usa atualmente e se está satisfeito com eles. Crie empatia com o cliente. Descubra realmente o que ele precisa. Lembre-se que este processo não é um inquérito impessoal, não pergunte por perguntar!
4º – Crie empatia. Fale com o seu cliente de forma descontraída. Não entre em “modo venda”, a debitar “clichés” e frases feitas. Evite discursos padrão de “introdução a vendas”, tons exagerados ou monocórdicos.
5º- Nas “entrelinhas”. Preste especial atenção ao que o seu cliente NÃO diz. Repare se o cliente parece estar preocupado, chateado ou apressado? Pergunte: “é uma boa altura para falarmos?” “ Se não, talvez possamos remarcar o nosso encontro”. Mostre que se preocupa com o cliente.
6º – Mantenha o foco. Lembre-se, o que está em questão é sempre o que é melhor para o cliente.
7º - O momento certo. Depois de ter conhecimento das necessidades do cliente, já pode falar sobre o seu serviço/produto.
8º - Objetividade. Não se disperse! Escolha uma mão cheia de coisas que possam ajudar na situação do cliente e fale-lhe sobre isso.
9º - À medida. Nesta fase, já deve ter um bom conhecimento das necessidades do seu cliente em relação aos serviços/produtos que tem para oferecer. Também já ganhou a confiança do cliente, certo? Então está pronto para o próximo passo: oferecer o produto/serviço que vai “preencher as medidas“ do cliente.
10º - Ação. No final do processo de venda, o vendedor já é visto como alguém confiável que está a oferecer um serviço/produto em particular para solucionar um problema do cliente.
O objetivo é que o cliente não se lembre que esta a lidar com um vendedor. Consegue isso?PARABÉNS, está no caminho certo para ser um profissional de vendas de excelência!
Agora está à vontade para convidar o cliente a tomar à Acão final.

O segredo do MMN em 8 passos!


quinta-feira, 5 de março de 2015

É hoje! Rede Record e Xuxa se reúnem em coletiva de imprensa



A Rede Record de Televisão e a apresentadora Xuxa Meneghel informam que têm um importante comunicado a fazer hoje (5).
Xuxa e a direção da Rede Record estarão à disposição dos jornalistas a partir das 15h, no Centro de Produção da Rede Record na Barra Funda, em São Paulo.
Será um momento marcante da televisão brasileira e para a história da Rede Recordque investe intensamente em inovação e qualidade.
Os melhores momentos da coletiva serão transmitidos pelo Portal R7 a partir das 20h.

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"SÓ UM IMBECIL GOSTARIA DE FAZER O QUE NÃO CURTE"

 Mario Sergio Cortella (Foto: Gigi Kassis)
O filósofo Mario Sergio Cortella é conhecido por sua experiência na área de educação, mas parece capaz de filosofar sobre tudo. Nesta entrevista de menos de uma hora, ele foi da sala de aula à Copa, passando por tecnologia, democracia e mundo corporativo. 
Cortella é professor há 40 anos e, na juventude, tentou por três a vida no Monastério. Foi Secretário Municipal de Educação de São Paulo, trabalhou ao lado de Paulo Freire, uma das figuras mais importantes da educação brasileira, e escreveu mais de 15 livros. Uma de suas aulas colocadas no YouTube - "Você sabe com quem está falando?" - tem quase 800 mil visualizações.
Na conversa a seguir, ele chama a atenção para um "desvio de formação" dos jovens, que não foram ensinados a batalhar pelo que desejam. Ao mesmo tempo, afirma que essa geração tem várias características que precisam ser valorizadas. Cortella também dá um alerta sobre a nossa falta de tempo para pensar sobre nós mesmos: "algumas coisas na vida é melhor começar cedo antes que seja tarde". A dica, que ele repetiu algumas vezes durante a entrevista, é "parar, olhar e escutar". Já fez o seu minuto de silêncio hoje?
Debate-se muito no mercado de trabalho sobre essa geração que está encarando agora seus primeiros empregos, que suas expectativas não condizem com o que o mundo corporativo tem a oferecer hoje, e que eles não se encontram.
Há duas coisas aí. Primeiro: de qual jovem estamos falando? Porque aquele que não se encontra é aquele que tem escolha. Quem não tem escolha tem que se encontrar, senão não sobrevive. A mesma coisa vale para o dilema de mulheres que não sabem se trabalham ou cuidam dos filhos. Essa é uma opção que só parte da população tem. Boa parte das mulheres ou trabalha ou morre, só isso. De maneira geral, aquela que tem o dilema é aquela que contrata outra mulher para cuidar de seus filhos, para que possa trabalhar enquanto pensa se trabalha ou cuida dos filhos.
Mas para quem tem escolha, nas grandes organizações hoje há uma dificuldade de lidar com essa geração. Porque esse jovem com menos de 30 anos tem grandes belezas e capacidades, como senso de urgência, mobilidade, instantaneidade, simultaneidade, velocidade. Mas ele não tem algumas coisas que é necessário trabalhar: paciência, noção de hierarquia e compromisso com resultado e meta. Por uma razão: essa classe média jovem tem um desvio de formação que é confundir desejos com direitos. Isto é, eu quero, portanto você tem que me dar.
É um problema de criação?
Claro, é um problema de formação dentro da família. Desse ponto de vista, uma parcela deles acha que, dentro de uma empresa, se eu sou o chefe é como se eu fosse pai ou mãe, ou seja, eu tenho que prover as condições, e isso não acontece. Portanto, retirou-se da formação de uma parcela dessa geração a ideia de esforço. Ao fazê-lo, criou-se uma condição muito malévola, que é supor que as coisas tem que ser marcadas pela ideia de prazer. E por isso há um hedonismo hoje muito forte.
Um jovem diz: eu quero fazer o que eu gosto. Eu também. Só um imbecil gostaria de fazer o que não gosta. Todo mundo gosta de fazer o que gosta. No entanto, para fazer o que gosta é preciso que dê passos não tão agradáveis no cotidiano. Eu gosto demais de dar aula, faço isso há 40 anos, mas não gosto de corrigir prova, não conheço ninguém que goste. Mas eu não posso não corrigir, porque se eu não corrijo não tenho visão do como os alunos estão aprendendo e de como eu estou ensinando. Pois bem, qualquer um sabe que para obter prazer em algo é preciso algumas coisas que não são, no caminho, satisfatórias e prazerosas. Só que essa geração atual foi criada sem esse tipo de transição entre o desejo e o fato, entre a vontade e o sucesso, o anseio e a satisfação. Tem menino de 20 anos de idade que nunca arrumou cama, lavou louça.
O que a empresa pode fazer?
Elas precisam lidar com esse percurso de modo a formar as pessoas dessa geração com compromisso, metas e prazos, mas sem perder o que ela tem de mais inovador. Isto é, não só a familiaridade com o digital, mas o senso de urgência, mobilidade, inovação. Isso é uma força vital, altamente contributiva no mundo das empresas. Não posso em um negócio não ter gente que queira viver algo que é novo. Mas também não posso aceitar que ele ache que a vida só funcione com o novo. Você pode desprezar essa geração em nome daquilo que nela é um desvio, o que seria uma tolice imensa, ou pode aproveitar o que ela tem e procurar formá-la na direção daquilo que a fará crescer.
Há outra questão latente nas empresas: elas têm abusado da tecnologia e, muitas aproveitam as novas ferramentas, para exigir que seus funcionários fiquem disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana. Como lidar com isso?
A tecnologia não pode ser nossa senhora, tem que ser nossa serva. Sempre que algo que é do nosso uso nos possui, isto é, domina o nosso cotidiano, esgota nosso tempo, devora nossa condição de convivência, existe algum tipo de malefício. A recusa da tecnologia é tola, a adoração da tecnologia também é. Quando a empresa exagera nesse polo obtém vantagem por tempo limitado. Ela esgota de tal maneira seus empregados que depois de um tempo eles não conseguem mais lidar com isso. As pessoas começam a não render mais, se desinteressam, vão embora.
E na vida pessoal, as pessoas percebem o quanto a tecnologia as consome?
Elas começam a perceber aos poucos porque começam a argumentar que estão sem tempo. Esse estar sem tempo é muito sério. Significa “não consigo mais ficar comigo, tenho que viver em voz alta”. Uma das coisas que colaboram para isso é a ausência de energia. De vez em quando acaba a eletricidade e as pessoas tem que olhar-se. Ou quando a pessoa está fazendo uma viagem de avião, ela tem que ficar quieta. São coisas que vão induzindo um pouco do silêncio.
Até na área de educação escolar estamos tendo que reordenar o modo como a gente acolhe as crianças de manhã. Vêm com transporte até a escola ouvindo musica alta no fone, chegam em estado de tensão. É preciso acalmá-las, não basta colocar numa sala, mandar sentar e abrir o livro na página 36. É preciso antes diminuir a luminosidade da sala, colocar uma música mais relaxante e sossegar um pouco. Porque se não acalmar há um desespero contínuo.
Como a gente coloca um pouquinho mais desse silêncio, desse tempo, em nosso dia?
Se for em relação às empresas, algumas estão criando esse tempo. Colocam na jornada de trabalho momentos de reflexão, meditação ou espaço de repouso após almoço. O que leva o funcionário a ter um rendimento e um bem-estar maior.
Quanto ao indivíduo, ou ele cria esses tempos – pare, olhe e escute - ou vai viver de maneira automática, robótica, e conseguirá em breve um estresse. O que pode gerar a adesão ao consumo exagerado de medicamentos e drogas, legais ou ilegais. Uma obsessão por tentar ficar em estado de não sobriedade. Tem uma musica antiga que diz: “não posso parar, se eu paro eu penso, se eu penso eu choro”. Portanto, é necessário que as pessoas criem seus tempos de recolhimento. Não de meditação e sofrimento. Mas para pensar: por que faço o que faço? Por que deixo de fazer? Por que faço do jeito que faço? Por que não faço como deveria?  Isso é meditação. É reflexão. Senão uma hora a pressão é insuportável. Algumas coisas na vida é melhor começar cedo antes que seja tarde.
E essa questão da família, da criação? Estamos no caminho certo?
Não, de maneira alguma. Vou lembrar algo óbvio: trabalho de parto não termina na maternidade. Chama trabalho porque ter alguém exige responsabilidade. Algumas pessoas escapam hoje dessa responsabilidade e querem terceirizar isso. Assim como existe personal trainer, personal stylist, agora tem personal father, personal mother. Por exemplo, você vai com uma criança ao resort e, ao invés de ficar com seu filho, entrega para a recreação. Ou vai a um buffet infantil, que é um sinal nosso de demência, e lá tem um recreador. Desde quando criança precisa de adulto para fazê-la brincar? Estamos criando gerações que nem brincar mais por si conseguem. Precisa um adulto vestido de Bozo andando pra lá e pra cá animando as crianças. Como?! Criança se anima sem adulto. A família tem que repensar isso também.
Isso não quer dizer que não seja possível equilibrar família e trabalho...
Lógico que consegue. É uma questão de escolha. Tempo é uma questão de prioridade. Quando você diz que não tem tempo pra algo é porque aquilo não é prioridade pra você. Meu dia tem 24 horas eu vou preenchê-lo do modo que eu quiser. Em relação ao filho é tranquilo. Se você não tem tempo para os filhos, espere ele cair no mundo das drogas. Ai não é uma hora por dia. Um ano, dois anos, se der tempo. Portanto, pare, olhe e escute.
Como é que você vê, com a morte do Eduardo Campos, essa mudança radical nas eleições? Qual é o efeito disso na cabeça do eleitor?
Dependerá muito de como o grupo que sucede essa candidatura vai se organizar. Eles não são um grupo homogêneo, seja do ponto de vista de intenção, seja do ponto de vista de organização. Já tiveram mudança do comando de campanha. Me alegra que foi escolhida para a coordenação da campanha a Luiza Erundina, que é uma pessoa que eu admiro, fui secretário de educação no governo dela. Mas a morte de Eduardo Campos coloca um componente emocional na eleição, que é muito forte no Brasil. Temos três grandes fontes que nos impulsionam durante as eleições:  a credibilidade, o ridículo e a comoção. E há uma comoção em relação à perda do candidato. Isso pode impulsionar, mas no quadro geral dependerá de como esse partido, no caso o PSB, com suas alianças, consegue ganhar maior unidade. Inclusive porque nos próximos 15 dias muda tudo, assim como nos últimos 15 mudou. [A entrevista foi feita no dia 22 de agosto]
Estamos vindo de um ano que foi marcado por uma Copa em que o país não pareceu muito animado...
Veja, nós somos um país que viveu uma situação esquizofrênica muito interessante antropologicamente. Fomos para esta Copa com uma certeza dupla: nosso time vai muito bem a organização vai muito mal. Aconteceu exatamente o inverso: nós conseguimos uma estrutura de organização absolutamente funcional, no padrão do que foi feito em países muito mais estruturados que o nosso, e uma seleção pior do que boa parte das seleções que disputaram a Copa.
Em 40 dias nosso sentimento mudou. Ele era um sentimento que seria de protesto a um governo que não conseguiria organizar uma Copa, ao lado de uma animação imensa com uma seleção rumo ao hexa. Mas depois do 7x1, nós não falamos mais de futebol. Não é uma questão pra nós. A nossa questão agora é a nação. A eleição, o que se faz no país. Isso foi um grande ganho. Ter sido humilhado no Mineirão produziu em nós um efeito que esquecemos o futebol e fingimos que aquilo não existiu. Estamos preocupados agora com aquilo que era a motivação original dos movimentos em junho de 2013.
Portanto, 2014 é um ano que traz grandes expectativas em relação ao debate no campo da política, de gestão nacional, discussão que foi adensada pela morte de Eduardo Campos.
E essa onda de movimentos?
Infelizmente, eles foram assassinados por uma parte dos democracidas que esquecem que democracia não é ausência de ordem, democracia é ausência de opressão. Quando os democracidas entraram com a brutalidade, a estupidez, afastaram as pessoas e produziram um dano muito forte a nossa democracia.
Eles criaram em parte das pessoas rejeição ao movimento de rua. Ficou uma imagem que, depois de um tempo, muita gente estava achando que era melhor que o aparelho policial, que tem a tarefa em uma democracia de garantir a expressão, fosse repressor. Em vez de ser uma estrutura policial garantidora - não podemos esquecer que palavra polícia e política são a mesma em termos de estrutura, polis é a comunidade e polícia é o que faz com que a comunidade viva em paz – ela passou a ser demandada por uma boa parte da sociedade para ser um órgão repressor.
Acho que gerou pânico em relação à manifestação de rua, o que é muito ruim. O país viveu em 2013 dois momentos inesquecíveis, algo que historicamente era novo. As pessoas indo para as ruas com os filhos, caminhando nas avenidas, pedindo melhorias. Isso tem uma beleza cívica. A praça, a rua, de novo como uma coisa do povo.
E o segundo momento?
A outra coisa bela foi a visita do Papa Francisco. É inacreditável que um homem que representa uma das religiões seja capaz de durante uma semana pautar o país. Não se falou de outra coisa. Um homem de mais de 70 anos de idade, representante de uma religião, sendo que religião pra uma parte dos jovens representa aquilo que é anacrônico, colocou em Copacabana mais gente do que os Rolling Stones.  E ele trouxe algo incrível que é um debate sobre humildade, sobre simplicidade, isso afetou as pessoas. Levou a repensar nossa convivência com a política, nossa convivência com gestores, nossa atração palacial, de achar que o palácio é a representação do poder. Portanto essa foi uma contribuição muito mais forte até do que outro debate que nós tivemos.
O que esperar para o Brasil dos próximos quatro anos?
Bom, a primeira coisa é que a gente não deve esperar, a gente deve fazer. Tem que ter esperança ativa. Aquela que é do verbo esperançar, não do verbo esperar. O verbo esperar é aquele que aguarda enquanto o verbo esperançar é aquele que busca, que procura, que vai atrás. Bem, o que podemos esperançar? O que a gente puder construir dentro desse tempo agora. Nós precisamos fazer com que, até o momento da eleição, haja uma discussão sobre a necessidade de se pensar a educação, que é minha área, como um projeto de nação e não de governo. É preciso que haja um compromisso, continuidade de um projeto que é nacional. O governo passa, a nação persiste.
Por outro lado, dos três principais candidatos que estão dentro do cenário hoje, os três tem algum compromisso sério com a área de educação. O governo de Fernando Henrique junto com o governo Lula e Dilma conseguiram tirar nossa educação escolar da indigência. Claro que estamos só, como diria o Churchill, no fim do começo e não no começo do fim. Mas o partido do Aécio tem uma formação nesse campo, o próprio PT tem tradição nessa área e, claro, o próprio PSB. Temos boas expectativas nesse campo. Ademais, novo Plano Nacional de Educação prevê aporte maior de recursos do PIB nessa área. Portanto seja quem for eleito vai ter que fazê-lo. Por isso, minhas expectativas são positivas. É preciso que se construa essa estrutura, mas é animador face ao que nós tivemos nos nossos 514 anos mais recentes de história.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Leitura Dinâmica

  
A leitura dinâmica  é uma forma de ler os textos de forma rápida e clara, com o mesmo entendimento, apesar da maior velocidade.
leitura dinamicaDepois de aprender a ler, as pessoas continuam fazendo vocalização das palavras, mesmo que silenciosamente. Este é o maior obstáculo à leitura dinâmica. Para aprender a ler dinamicamente, de um modo rápido, deve-se mudar o método de leitura, o que se pode conseguir com um treinamento especial.
Uma das técnicas utilizadas é a leitura de palavras inteiras, ou por blocos inteiros de palavras ao invés de sílabas. A distribuição do texto deve ser de forma que facilite a "varredura" dos olhos, sem que seja necessário deslocá-los muito de um lado para o outro.
O cérebro responde conforme os estímulos que recebe. Se durante anos, a pessoa vem lendo lentamente, os estímulos são enviados para o cérebro em baixa velocidade, e a resposta é de forma igualmente lenta.
O programa de leitura linear cerebral em funcionamento desde a alfabetização pode ser mudado através do treinamento. Existem cursos para aprender técnicas de leitura dinâmica, sendo que a duração miníma desses cursos é de 16 horas.
Na leitura dinâmica, as informações são enviadas mais rapidamente para o cérebro, elevando a velocidade de raciocínio.
Por exemplo, ao olharmos para uma caneta, não há a necessidade de se juntar sílabas para entendermos que se trata de uma caneta, pois a vemos de forma integral.
Com a leitura dinâmica acontece o mesmo. Porém, é importante ressaltar que a pessoa deve estar motivada e comprometida em utilizar o método em todas as suas leituras, pois uma mudança que procura mudar e otimizar o funcionamento cerebral é complexa.
Através do treinamento, muda-se o modo como o cérebro processa as informações, aumentando o entendimento e até o gosto pela leitura.
Após um bom treinamento, e da contínua utilização da técnica, a pessoa é capaz de alcançar uma velocidade de 1000 palavras por minuto. Essa velocidade é normalmente de 5 a 8 vezes a velocidade inicial, isso para o entendimento total do texto.
Se utilizarmos um cronômetro, na medida em que começamos a aplicar esta nova maneira de ler, podemos verificar durante o processo, uma maior velocidade de leitura, até atingirmos nosso limite.
Foto: Petr Kratochvil / http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=15919

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Quantos livros você acha que lê por ano?


Educação e Visão



Veja como a nosso educação foi prejudicada.
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quinta-feira, 12 de junho de 2014

Sete exemplos de inspiração, superação e muito brilho no olho. Confira a história de grandes empreendedores brasileiros.

Sete exemplos de inspiração, superação e muito brilho no olho. Confira a história de grandes empreendedores brasileiros.
Nenhum empreendedor de sucesso esconde as dificuldades que encontrou e os erros que cometeu durante a sua trajetória. Estes são, aliás, combustíveis para manter firme e forte a vontade de botar pra fazer todos os dias.
Por isso, o Portal Endeavor preparou para você uma lista com sete grandes histórias empreendedoras de sucesso, que também são exemplos de paixão, superação e persistência.  Conhecê-las e, principalmente, se inspirar com elas é uma forma atiçar ainda mais essa chama.
1. Abilio Diniz, presidente do conselho administrativo do Grupo Pão de Açúcar. Ele é uma referência no país. Depois de se formar em Administração, seu pai propôs abrir um novo tipo de negócio na época: um supermercado. O primeiro Pão de Açúcar continua na Avenida Brigadeiro Luis Antônio, em São Paulo. Em 1968, já contava com 40 lojas e mais de 1.500 funcionários. Mas não foi tão simples, Abilio também enfrentou diversos problemas, como uma grande reestruturação administrativa nos anos 1990. Recentemente, vendeu 10,5 milhões de dólares em ações da rede ao grupo francês Casino.
2. Luiz Seabra, sócio-fundador da Natura. Uma das empresas mais conhecidas do país começou com uma fábrica, um Fusca e sete funcionários na Rua Oscar Freire, em São Paulo. Depois, com a entrada de Guilherme Leal e Pedro Passos, a Natura passou a mirar cada vez mais alto, crescendo assim no mercado nacional de cosméticos. Eles inauguraram uma forma especial de falar com o consumidor e o vendedor, que fez surgir um “jeito Natura” de ser.
3. Robinson Shiba, fundador do China in Box. O paranaense de Maringá abandonou a carreira, logo após se formar em Odontologia, para criar o primeiro delivery brasileiro de comida chinesa na caixinha. A ideia surgiu em uma viagem aos Estados Unidos e não foi muito bem recebida por sua família, com exceção de uma pessoa: seu pai, que nunca deixou de acreditar no potencial do filho e até hoje participa da administração da empresa.
4. Alexandre Costa, fundador da Cacau Show. A tradição empreendedora de sua família os levou a comprar e revender chocolates de um fornecedor. Com 14 anos, ele vendia de porta a porta, mas em um determinado feriado de Páscoa não recebeu o produto encomendado. A situação traumatizou sua mãe, que nunca mais quis tocar um negócio de chocolate. Aos 17, insistiu em recomeçar e criou a Cacau Show. “O que deu errado para vocês talvez não dê para mim agora”, assegurou.
5. Daniel Mendez, fundador da Sapore. Natural do Uruguai, ele veio para o Brasil ainda jovem, disposto a batalhar por seu lugar ao sol. Começou como garçom, passou por hotéis e foi subindo na vida até conseguir abrir o próprio negócio. O crescimento veio e os problemas também: anos depois, a Sapore chegou muito perto de quebrar. Neste momento, Daniel teve de dar a resposta mais importante da sua vida para a pergunta: “E agora, Mendez?!”, feita pelosstakeholders da empresa.
6. Edivan Costa, fundador da SEDI. A vida às vezes parece colocar obstáculos em nossa frente, mas ela não quer que desistamos. O ex-morador da favela de Belo Horizonte abandonou a carreira como jogador de futebol no Palmeiras para retornar à sua cidade para trabalhar como office-boy. Sua dedicação e excelência lhe renderam promoções e a confiança dos que estavam ao seu redor. Edivan viu uma oportunidade no setor de regularizações e, hoje, é o empreendedor por trás de uma gigante no ramo.
7. Pedro Chiamulera, fundador da ClearSale. Ele nunca deixou de acreditar em seus sonhos e de mirar alto. Ex-atleta olímpico, Pedro representou o Brasil em duas Olimpíadas. Depois de abandonar as pistas de atletismo, encontrou Bernardo Lustosa, um estudioso que complementava perfeitamente o seu perfil. Juntos criaram a ClearSale e tornaram-se uma referência na área digital com seu sistema de gestão de fraudes para grandes varejistas. 

Por Vinícius Victorino, da equipe de Cultura Empreendora - Endeavor Brasil.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Educação brasileira fica entre 35 piores em ranking global

Educação brasileira fica entre 35 piores em ranking global

Brasil está bem mais perto de Burkina Faso do que da Finlândia quando se trata de educação. Estudo do Fórum Econômico Mundial avaliou 122 países

Getty Images
Sala de aula
Relatório que mede a qualidade do capital humano em cada país mostra que educação ruim é o que mais atrasa os brasileiros
São Paulo – O Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês) é mais um órgão internacional a martelar o que mesmo as autoridades brasileiras reconhecem: quando se trata de educação, o Brasil está mais perto dos piores exemplos do mundo do que dos melhores. Em seu Relatório de Capital Humano, o WEF colocou o país na 88ª posição de um total de 122 países quando se trata de educação.

Isso nos coloca mais perto dos lanternas Burkina Faso (121º) e Iêmen (122º) do que da Finlândia (1º) e Canadá (2º), que lideram neste indicador. Olhando a lista de maneira invertida, pode-se dizer que o país tem o 35º pior desempenho em educação.

Para chegar a esta nada honrosa posição, o Brasil falhou principalmente na qualidade do ensino emmatemática e ciência, quando de fato ficou entre os 15 piores do mundo, em 112º lugar (veja tabela detalhada abaixo).
Matemática já era a pior disciplina entre os brasileiros atestada no último Pisa, exame realizado com alunos de 65 países do globo cujo resultado mais recente é de 2010. O Brasil ficou então em 57º na disciplina.
Educação leva o Brasil – e o brasileiro - para baixo
O chamado Índice de Capital Humano, do WEF, mede o quanto os países permitem que odesenvolvimento de seus habitantes se converta em vantagem econômica.
A educação é a principal culpada por deixar o Brasil na 57º colocação geral de qualidade de mão-de-obra, já que nos demais indicadores – como emprego e ambiente estrutural – o desempenho brasileiro fica até 12 casas abaixo.
Não só isso: Brasil está melhor que a média da América Latina e de países de mesmo nível de renda em todos os pilares do índice. Menos, claro, em Educação.

sábado, 24 de agosto de 2013

Lições de Ouro para Empreendedores

O Sebrae, IBGE e outros órgãos brasileiros costumam fazer, periodicamente, pesquisas sobre o nascimento e a morte das empresas. Entre os muitos objetivos disso está verificar quais as sobreviventes e entender as razões que as fazem durar mais, assim como descobrir por que as outras morreram. Uma das mais recentes pesquisas, publicada neste ano pelo Sebrae, mostra que das micro e pequenas empresas abertas em 2006, um total de 27% fecharam as portas em dois anos. A situação melhorou bastante em relação à pesquisa de 2004, por exemplo: nessa época, de cada dez empresas que eram abertas, perto de metade fechava antes de completar dois anos.

A pesquisa mostrou as principais razões para o encerramento das atividades. Os empresários citavam, pela ordem: falta de capital de giro, falta de clientes, problemas financeiros, maus pagadores e falta de crédito. O que eles poderiam ter feito para que tudo desse certo? Onde erraram?
Donald Trump e Robert Kiyosaki não oferecem exatamente uma resposta para isso, mas acreditam existir um caminho a ser percorrido pelos empreendedores que desejam ser bem sucedidos. Eles descrevem esse caminho em Midas Touch: Why Some Entrepreneurs Get Rich-And Why Most Don't (em português, "O toque de Midas: por que alguns empreendedores ficam ricos e a maioria não", editora Plata Publishing, 240 páginas).
Donald Trump não precisa de grandes apresentações: é um bilionário americano que se notabilizou pelo comportamento extravagante de falar o que quer, sem se preocupar com boas maneiras Mas ele não é apenas um caipira rico: estudou economia numa das melhores escolas de seu país, a Wharton, da Universidade da Pennsylvania.
Ao contrário de Trump, que nasceu de pais ricos, Robert Kiyosaki é um autêntico empreendedor: trabalhou na Xerox para aprender a vender, foi à guerra do Vietnã, onde aprendeu a liderar, e escreveu Pai Rico, Pai Pobre, sobre educação financeira, livro que foi rejeitado por todos os editores a quem o ofereceu.
Kiyosaki e sua mulher bancaram uma edição de mil exemplares e venderam muito pouco – até que o autor foi convidado a dar uma entrevista no programa de Oprah Winfrey, que tem audiência de 22 milhões de pessoas e é transmitido para cerca de 150 países. Então, tudo mudou – hoje, o livro de Kiyosaki já passou de 26 milhões de exemplares vendidos.
Ele e Trump desenharam um caminho de seis passos para quem quer chegar ao sucesso como empreendedor. E isso não envolve decisões como escolher pontos de venda, manter a contabilidade em dia, desenvolver ações de marketing ou contratar consultores. Nada disso. O sucesso de um negócio, eles garantem, é feito de coisas bem mais simples e, no entanto, nem sempre fáceis de conseguir.
A primeira delas é o que eles chamam de "força de caráter". Traduzindo melhor, é a persistência de cada um de nós para alcançar seu sonho. Um dos melhores exemplos que eles citam é a persistência de Thomas Edison no desenvolvimento da lâmpada: "Geralmente as pessoas elogiam Edison pelo que inventou, mas demorou muito para conseguir o que queria. Ele dizia que, na verdade, conhecia 10 mil maneiras de fazer uma lâmpada que não funcionava", diz Kiyosaki.
Os outros pontos importantes são: foco no caminho escolhido, que deve ser percorrido e aperfeiçoado exaustivamente ; fidelidade ao que a marca representa e ao que ela promete entregar ao cliente; bons relacionamentos, porque não se consegue fazer bons negócios sem bons parceiros; e finalmente "pequenas coisas que fazem diferença" – neste caso, são as vantagens competitivas das grandes empresas.
Trump e Kiyosaki têm de fato o que dizer sobre empreendimentos, mas há fatores que podem impedir o sucesso de uma empresa, a despeito da sua obediência aos itens que eles organizaram no livro. Para começar, nem todos nasceram para ser empreendedores: o caminho para o sucesso pode ser longo, pedregoso e muito sofrido.
"O sucesso exige sacrifício. Se você é uma pessoa que não está disposta a passar por isso, então provavelmente não será um empreendedor de sucesso", pondera Kiyosaki. Há também aqueles que não escolhem o caminho certo ou que decidem fazer tudo sozinhos, como é o caso de muitos inventores.
Houve milhões deles, mundo afora, que depois de inventar alguma coisa tentaram chegar ao sucesso percorrendo as etapas seguintes sem ajuda de ninguém. Mas entre um invento e um produto destinado ao mercado há uma grande diferença. Depois disso, ainda é preciso desenvolver um processo de fabricação (ou reprodução) do que foi inventado. Fazer protótipos, como os inventores, é uma coisa, enquanto fabricar é outra completamente diferente.
Outra das questões abordadas na obra é a "zona de conforto", ou seja, a atitude que nos faz ficar na mesma - a preguiça de sair do lugar, de ir à luta. Há muitos exemplos de pessoas assim, diz Trump, a começar por gente que está num emprego achando que ele é seguro. É uma ilusão tão grande quanto achar que um político, depois de eleito, vai nos defender. Ou que cursar boas faculdades vai nos garantir emprego vitalício.
Paulo Brito é jornalista, graduado em Economia e mestre em Comunicação e Semiótica

domingo, 30 de junho de 2013

Mais da metade dos alunos do 3º ano do ensino fundamental são analfabetos funcionais, diz pesquisa

Mais da metade (55,4%) dos alunos do 3º ano do ensino fundamental no país não leem e não interpretam um texto de forma correta, segundo informações da 2ª Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização, a Prova ABC, divulgada hoje (25) pelo movimento Todos pela Educação. Os dados mostram que 44,5% dos estudantes atingiram pontuação acima do nível 175, que indica proficiência adequada em leitura. O 3º ano é a série considerada limite para a alfabetização, segundo o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic).
A avaliação, que segue a escala do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), foi aplicada no final de 2012 e teve a participação de 54 mil alunos de 1.200 escolas públicas e privadas distribuídas em 600 municípios brasileiros. Metade da amostra é composta por alunos do 2º ano do ensino fundamental e o restante por estudantes do 3º ano. Além da proficiência em leitura, a pesquisa testou também habilidades em escrita e matemática. A Prova ABC é uma parceria do Todos pela Educação com a Fundação Cesgranrio, o Instituto Paulo Montenegro e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
"Ainda estamos abaixo dos 50% em leitura, escrita e matemática em relação a todas as crianças que precisam e têm o direito de ter essas competências básicas nos três primeiros anos do ensino fundamental", avaliou Priscila Cruz, diretora executiva do Todos pela Educação. Ela diz que essa deficiência na etapa inicial compromete o aprendizado das crianças nos anos seguintes. "O foco nesses primeiros anos é estratégico para a gente garantir o direito ao aprendizado mais na frente. Se a gente não consegue corrigir isso no berço do problema, a gente não vai conseguir avançar na educação".
Na comparação por região, o quesito leitura teve pior resultado na Região Norte, onde 27,3% dos alunos do 3º ano tiveram avaliação acima de 175 pontos. Ao atingir essa pontuação, os estudantes conseguem identificar temas de uma narrativa, localizar informações explícitas, identificar características de personagens em textos e perceber relações de causa e efeito contidas nessas narrativas. A maior parte dos alunos dessa região (40,9%) não alcançou 125 pontos.
O Nordeste (30,7%) também apresentou resultado de proficiência adequada em leitura abaixo da média nacional. Mais de um terço dos nordestinos (38,4%) fez menos de 125 pontos. O melhor percentual foi verificado no Sudeste (56,5%), seguido pelo Sul (51,2%) e Centro-Oeste (47,8%). O Todos Pela Educação destaca que, ao obter o nível adequado de proficiência, mais do que aprender a ler, os alunos demonstram que têm condições de ler para seguir aprendendo nos anos seguintes.
As diferenças entre os estados nesse item são ainda maiores. São Paulo (60,1%), Minas Gerais (59,1%) e Distrito Federal (55%) apresentam o maior percentual de alunos que atingiram mais de 175 pontos em leitura. Os piores resultados, por outro lado, foram registrados em Alagoas (21,7%), Pará (22,2%) e Amapá (22,8%). Em Alagoas, mais da metade (50,6%) dos alunos não atingiu 125 pontos.
Para Priscila, esses resultados apontam que as políticas públicas em educação devem estar voltadas com mais vigor para as regiões Norte e Nordeste. "Temos que dar mais para quem tem menos. São regiões que precisam ter mais recursos, mais monitoramento, mais apoio técnico e políticas específicas também. Temos que superar uma fase de que o mesmo remédio serve para tudo. Só assim vamos conseguir qualidade com mais equidade também", propôs.
Para avaliar as habilidades em escrita, alunos que participaram da Prova ABC fizeram também uma redação. Com uma escala de 0 a 100 pontos, a correção avaliou três competências: adequação ao tema e ao gênero; coesão e coerência; e registro, que inclui grafia das palavras, adequação às normas gramaticais, segmentação de palavras e pontuação. Apenas 30,1% dos alunos do país apresentaram o desempenho esperado, que é acima de 75 pontos.
A diretora executiva avalia que a disparidade de resultados entre o quesito leitura e escrita revela uma maior ênfase, por parte das escolas, no letramento. "O ensino está mais voltado para a leitura, interpretação do que para a escrita. A gente precisa correr atrás disso. O ler para aprender inclui essa escrita para aprender também. Se a gente não tiver a criança plenamente capaz e autônoma nessa parte básica, ela também tem dificuldade de aprender outros conhecimentos", diz.
Entre as regiões, o Sudeste (38,8%) também apresentou o melhor resultado no item escrita, seguido pelo Centro-Oeste (36,2%) e pela Região Sul (36%). Norte (16,1%) e Nordeste (18,9%) ficaram novamente abaixo da média nacional. Nessas duas regiões, a maioria dos estudantes não alcançou 50 pontos: 58,1%, no Norte e 55,5%, no Nordeste. Os estados com maior percentual foram Goiás (42%), Minas Gerais (41,6%) e São Paulo (39,3%).
O Todos pela Educação monitora cinco metas relacionada à educação que foram definidas pelo movimento para serem alcançadas até 2022. A Prova ABC avalia a meta de número 2, pela qual toda criança deve estar plenamente alfabetizada até os 8 anos. De acordo com a organização, essa será a última edição da prova, pois o Ministério da Educação adotará um instrumento próprio, a Avaliação Nacional da Alfabetização (Ana), para monitorar esses resultados.
Camila Maciel, Agência Brasil, 

sábado, 22 de junho de 2013

FEIRA DO LIVRO RIBEIRÃO PRETO 2013

Criada em fevereiro de 2004, a Fundação Feira do Livro é uma entidade sem fins lucrativos, constituída utilidade pública municipal e estadual. A Fundação tem por principal finalidade a promoção da cultura e da educação, a difusão do livro e da leitura e, prioritariamente, a formação de leitores. Esse objetivo se realiza através de projetos, ações, campanhas e estudos relativos à leitura e à formação desses novos leitores.
A Fundação também estimula e monitora a atuação legislativa referente às políticas públicas culturais. Uma das prioridades é colaborar com entidades públicas e privadas, em tudo que possa ser de interesse público, em relação ao livro, à leitura e à promoção do patrimônio histórico.

A Fundação promove, anualmente, junto com a Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, a Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, uma das quatro mais importantes do Brasil e uma das maiores a céu aberto do mundo. A Feira é realizada nas praças centrais da cidade e em espaços culturais do entorno, somando mais de 16 mil m².



 A Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto é um evento de reconhecimento nacional e internacional que já faz parte do calendário da cidade e da região. Muito mais do que uma grandiosa oportunidade de vender livros no interior de São Paulo, o evento impulsiona a economia da cidade e da região com a movimentação do comércio e de prestadores de serviços, como hotéis, bares, restaurantes e shoppings centers. É um evento que projeta a cidade nacionalmente com a realização de mais de 600 atrações culturais gratuitas para todas as idades.
A 12ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto alcançou um público de mais de 520.000 pessoas. É este público que fortalece as ações da Fundação Feira do Livro, que já prepara a próxima edição do evento.
Buscando a democratização da cultura, a Fundação realizou, pelo terceiro ano consecutivo, uma enquete em seu site para escolher os homenageados da próxima edição. Após dez dias de votação e mais de 1.700 acessos, foram escolhidos o escritor, o autor local, autor infanto-juvenil e o autor de educação que serão inspiração para a programação da 13ª Feira Nacional do Livro.












Mais uma vez estivemos presentes Evoluçãox Programa de Leitura Avançada

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quarta-feira, 27 de março de 2013

17ª Feira Pan-Amazônica do Livro 2013



O maior encontro literário da região Norte, a Feira Pan-Amazônica do Livro, chega à sua 17ª edição com novidades EVOLUÇÂOX!
26.04.2013 Vai ser um grande sucesso!



terça-feira, 26 de março de 2013

FEIRA DO LIVRO - 17º EDIÇÃO PAN-AMAZÔNICA

Feira Pan-Amazônica do Livro abre inscrições para escritor paraense

17ª edição da feira do livro vai ocorrer em abril.
Ideia é trazer para o evento o máximo de escritores de fora da RMB.

Do G1 PA
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Escritores que queiram participar do Estande do Escritor Paraense na 17ª Feira Pan-Amazônica do Livro, que ocorre em abril deste ano, em Belém, já podem solicitar, pelo e-mail escritoresparaenses@hotmail.com, as informações necessárias.
A expectativa, segundo o coordenador do espaço, o escritor Cláudio Cardoso, é que, neste ano, mais de 200 escritores e 600 títulos sejam colocados à disposição do público. Segundo Cláudio, que também é diretor da União dos Escritores da Amazônia (Ueama), a ideia é trazer para o evento o máximo possível de escritores de fora da Região Metropolitana de Belém.
“Sabemos que a maior quantidade de escritores se concentra em Belém e região, mas esse Estado é tão grande que desejamos muito ver gente de outros locais aqui. Já contatamos pessoas de Santarém, Bragança e Cametá. Esperamos que elas possam trazer suas obras, fazer lançamentos e noites de autógrafo”, explicou.
Para ele, o Estande do Escritor Paraense é um espaço privilegiado dentro de um evento já consagrado e precisa ser usado pelos escritores locais. “Temos um espaço gratuito. Este ano, estamos informatizando o estande, instalando um programa que vai ajudar a controlar as vendas, pois nossa maior preocupação é com a prestação de contas”, detalhou.
Cláudio Cardoso acredita que, hoje, a principal dificuldade do escritor é a distribuição dos livros. “Podemos até produzir, mas precisamos fazer com que esse livro chegue até as pessoas, ao mercado. Que bom seria se as prefeituras pudessem adotar os livros em sala de aula, levar os escritores até lá, o que, certamente, contribuiria também para a formação de leitores”, sugeriu.
Encontro de Cordelistas
Entre as atividades programadas para o Estande do Escritor Paraense está o 3º Encontro de Cordelistas da Amazônia, evento que teve grande repercussão na última edição da Feira e que, por isso, vai ser retomado. A iniciativa vai incluir palestras, debates e oficinas.
“Embora muita gente não saiba, o Pará tem uma forte tradição de cordel, até porque recebemos aqui muitos nordestinos ao longo da nossa história. Eles trouxeram consigo essa tradição, que aqui ganhou raízes e se firmou”, diz o escritor.
“Quem nunca ouviu falar na editora Guajarina e toda a produção que ela fez em cima do cordel aqui no Pará, ou da fabulosa coleção de cordéis do professor Vicente Salles, a qual foi doada para a Universidade Federal do Pará (UFPA)? Queremos incentivar ainda mais a produção, pois o cordel é uma literatura fácil de fazer, barata e que tem um apelo muito forte, especialmente junto às crianças e jovens”, finalizou Cláudio Cardoso.

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